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“ME REFEZ”

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22 de junho de 2017

Música de Rend Collective entra no trailer de “O Mínimo para Viver”, filme da Netflix estrelado por Lily Collins

Lily Collins é a estrela do novo filme da NetflixO Mínimo para Viver (Reprodução) 
Previsto para estrear na tela da Netflix em 14 de julho, o drama O Mínimo para Viver teve seu trailer divulgado na última quarta-feira (21) no canal oficial da empresa no YouTube. Com direção de Marti Noxon, produtora-executiva da série Buffy, a Caça-Vampiros, o filme é estrelado por Lily Collins (Simplesmente Acontece) e conta ainda com Keanu Reeves (trilogia Matrix) no elenco. A história apresenta a jornada de auto-descoberta da jovem Ellen, uma garota anoréxica que passa por momentos engraçados e dolorosos ao ser internada na clínica do Dr. William Beckham (Reeves), um médico nada convencional que a desafia a abraçar a vida e encarar o problema de cabeça erguida.

Além da magreza apresentada por Lily Collins para o filme, outro ponto que chama a atenção no trailer é a trilha sonora marcada pela canção Build Your Kingdom Here, um dos sucessos do CD Homemade Worship by Hadmade People, lançado em 2012 pela banda Rend Collective. Com influências do folk e do rock, a banda é oriunda da Irlanda do Norte e lançou seu primeiro trabalho em 2010, é formada atualmente por seis músicos e conta com sete álbuns na carreira.


Em relação à música Build Your Kingdom Here, um dos trechos faz menção ao drama da protagonista que é encorajada a vencer seus medos: “Construa o Teu Reino aqui / Deixe o medo na escuridão / Mostre a Tua mão poderosa / Cure as nossas ruas e nosso povo / Mantenha a Tua igreja nas chamas / Pois esta nação vencedora está de volta / Mude o clima / Construa o Teu reino aqui / Nós oramos”.





Além de poder conferir Build Your Kingdom Here, a canção ganhou uma versão na voz da cantora Mariana Ava no CD Pés Firmados, lançado pela Sony Music em 2015. A música ainda teve direito a um clipe bem bucólico dirigido por Hugo Pessoa e já conta com mais de 71 mil views.


Em nosso canal no YouTube, você pode assistir nosso vídeo sobre músicas gospel na trilha sonora de séries famosas:

19 de junho de 2017

Fernando e Júnior assina com o selo digital da Central Gospel Music

Fernando e Júnior posam ao lado do Pr. Silas Malafaia (Divulgação)
Representante do sertanejo universitário no Rio de Janeiro, a dupla Fernando e Júnior é o primeiro nome a assinar com o selo digital da Central Gospel Music. Com a proposta de “dar oportunidade a artistas talentosos que muitas vezes não têm espaço em grandes gravadoras”, como escrito na apresentação do projeto no site oficial, a gravadora assinou com os artistas na tarde desta segunda-feira (19) e contou com a presença do Pr. Silas Malafaia, presidente da Assembleia de Deus Vitória em Cristo, e de Elba Alencer, diretora exectuiva da gravadora.

Em sua página no Faebook, a dupla postou fotos do momento da assinatura e uma nota de agradecimento pela nova fase na carreira. “Mais uma vitória de Deus em nosso ministério. Um novo ciclo que se inicia, estamos mega felizes em fazer parte da Central Gospel Music. Somos gratos a Deus por essa promessa de Deus cumprida em nossa vida, ao Pr. Silas Malafaia por essa oportunidade, à nossa familia, nossos pais que incentivaram desde o inicio e às nossas esposas”.

Nesta sexta, o primeiro trabalho de Fernando e Júnior pelo novo selo estará disponível em todas as plataformas digitais com o título Sinal Verde, mas a dupla já fez parte da coletânea Jesus, Nosso Amor – Volume 2, projeto lançado no ano passado pelo selo Você Adora em comemoração ao Dia dos Namorados.

A seleção para possíveis candidatos ao selo digital da Central Gospel Music ainda está aberta e os interessados devem enviar seu material para Estrada do Guerenguê, 1851 – Taquara – Rio de Janeiro – RJ – CEP: 22713-001. Só serão aceitos produtos lançados a partir do segundo semestre de 2016 e que tenham no mínimo cinco faixas e projeto gráfico pronto.

ARTISTA NO DIVÃ: Estêvão Queiroga fala sobre clipe “Se for com Você (Pode Ser)”, ambientado no universo dos games

Certamente Estêvão Queiroga é um dos cantores mais versáteis da cena gospel atual. A prova é o seu novo clipe Se for com Você (Pode Ser) no qual aposta por um aspecto mais tecnológico (videogame) em antítese ao seu primeiro vídeo – A Partida e o Norte – que trazia uma estética mais rupestre.

Ambas as músicas são do seu CD de estreia Diálogo Número Um, trabalho este lançado pela Sony Music e que revelava o quão eclético o cantor é em suas canções desde a pegada regional em Toada de Dedé e Corre atrás do Vento, passando pelas introspectivas É Isso e O que Será?, chegando ao pop de Nós e Bom e Mau.

Aproveitando o lançamento do clipe de Se for com Você (Pode Ser), batemos um papo rápido e descontraído com Estevão Queiroga, que falou sobre as inspirações para a concepção desse projeto.
Estêvão Queiroga contracena com a esposa no novo clipe (Reprodução de Internet)
1. Depois de um clipe mais bucólico, como foi o “A Partida e o Norte”, de onde veio a ideia de fazer um nos moldes mais tecnológico como um videogame?
A própria música sugeriu um clima mais leve. A ideia não foi ser tecnológico, mas divertido. Mostrar essa dinâmica de dar e querer atenção, do dia a dia do relacionamento, numa linguagem universal como é a dos games.

2. E em meio a tantos avanços de resolução por que um em 8 bits?
8 bits é a linguagem clássica dos games. Há um certo carinho no imaginário da gente por jogos como Mario, Zelda e tantos outros.
O clipe traz um visual inspirado nos antigos jogos em 8 bits
3. Já estava planejado lançar o clipe dessa música? E lançá-la próximo ao Dia dos Namorados foi algo pensado é calculado ou mais na vibe do “seria legal se...”?
O clipe já estava filmado e animado desde 2015, antes mesmo de filmarmos ‘A Partida e o Norte’, faltando apenas a finalização. Achamos que ‘A Partida e o Norte’ apresentava melhor o trabalho. Aí pensamos que seria legal lançar numa data onde as pessoas estivessem falando mais do tema. Acabou dando certo.

4. De onde surgiu a ideia de a trilha sonora do jogo ser o trecho do “Preço do Amor”? Você acha que o público vai entender a proposta?
O jogo do início teria que ter alguma trilha. Então, as três trilhas usadas fazem referência a músicas do meu álbum que falam de amor. Isso é apenas um ‘easter egg’, ou seja, uma surpresinha. Alguns vão pegar e pra eles vai ser divertido descobrir. Mas quem não sacar vai curtir o clipe do mesmo jeito, então não me preocupo com isso.


5. É a sua esposa no clipe certo? E ela topou participar logo de cara ou teve que convencê-la?
Ela já participou do clipe de ‘A Partida e o Norte’, cantou no meu disco, me inspirou a escrever esta e outras canções. Então foi super tranquilo, ela adorou a ideia. E acho que atuou melhor que eu (risos).

6. Pra finalizar, o roteiro foi pensando a partir de um mal social que é a diminuição das interações pessoais. Qual sua posição em relação a esse tema?
Claro que isso está presente, mas não iria tão fundo nisso. Foi uma brincadeira mesmo. Penso que transformar o celular no vilão é injusto. O ponto é: eu, mais tu, mais Deus, mais ninguém. Se tem alguma coisa impedindo a gente de ser um, preciso parar e me reconectar com quem é mais importante. Nossos relacionamentos são mais importantes que o celular, um jogo, o trabalho...



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